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O médico e sua cantadinha

Oi galera!
É, eu não morri. Ainda. 
Eu estou numa cidade nova, está bem movimentada minha rotina, não tenho tido muito tempo para abrir meu coração (aawn que meiga! haha).
Acontece que, recentemente, eu fiquei (e ainda estou) doente. Minhas amígdalas resolveram inchar para tentar me sufocar fechando totalmente a minha preciosa entrada de alimentos. Eu senti muita dor, eu passei fome, eu sofri (parece drama e é drama, mas ao mesmo tempo é verdade).
Ai beleza. Qual é o problema de ficar doente longe dos pais, sem sua família fofa e seu papai para te levar no médico e te dar remédio? "Nenhum".
Enfim, eu consegui pessoas legais (little friends) para me levarem ao hospital. Eu só pude ser atendida no hospital público porque meu plano de saúde resolveu que na cidade em que eu vim morar, eu mereço morrer doente mesmo e foda-se.
Ok, eu fui levada para a UPA (unidade de pronto atendimento) e eu nem achei tão ruim. O engraçado foi quando eu entrei na sala do médico.
Quem me conhece pessoalmente sabe que eu sou agitada, espontânea e infantil até. Quando o médico perguntou se eu estava bem, eu já comecei a ser eu mesma.
Detalhes à parte, o médico riu quando eu falei um palavrão e deve ter sentido algum tipo de liberdade (proveniente da cabeça dele). 
-> Ele olhou na minha ficha e disse "você tem 18 anos, que delícia". Ai eu falei "de que adianta ser novinha se já estou toda doente...".
-> Ai ele falou algo do tipo "ah, mas você é bonita, toda gatinha.." e eu dei risada, porque eu sou tão jumenta que eu não estava nem sentindo que tinha intenção por trás disso.
-> Ai o médico falou "seu namorado está ai fora?" e eu inocentemente (como boa inocente que sou) dei risada e falei "que mané namorado!". Daí, ele olhou meio "wow" e perguntou "por que?", ai a trouxona aqui respondeu "isso não dá certo, ou você casa ou termina". PRONTO! O médico achou que era meu amigo! Começou a falar da vida dele, da mãe dele... e, de repente, ele falou a pérola da noite.
-> Ele disse "ah, eu também não quero casar. Todo fim de semana eu vou para Ribeirão Preto, fico num hotel TOP, fico de boa. Faz pouco tempo eu comprei um camaro zero! Eu vou arrumar mulher para que? Arrumar uma namorada novinha levar para passar o fim de semana comigo, beleza. Agora, casar? Não."
Eu queria dizer que, ainda assim, eu não pensei que ele estivesse sendo o idiota que ele foi. Continuemos.
Ele me passou o remédio, eu pedi uma injeção para que eu melhorasse logo e pudesse me alimentar e tal.
-> Ai, ele me receitou um remédio e eu perguntei "esse remédio é muito caro?" (ai você talvez não entenda porque eu perguntei isso, mas acontece que, às vezes, ele pode trocar um remédio caro por um parecido mais acessível, porque recentemente eu descobri que remédio é muito caro). Ai ele olhou e falou "Não é não... ah, esse segundo ai eu acho que tenho no carro...". Ai eu falei "não, se não é caro eu não ligo de comprar."
-> Acabando a consulta, ele falou "me adiciona no face, se não melhorar ou qualquer coisa, você fala comigo por lá" e eu fiquei tipo "ah, beleza, pode deixar". Ai ele completou "tem uns vírus lá, umas coisas que eu não sei como eu peguei, mas acho que não passa". Ai eu (ainda inocente achando que o médico era só simpático) disse "acho que só pego se eu clicar". Ai ele disse "ah, acho que você não vai querer clicar, foto de mulher pelada...". Ai eu dei risada, disse que não e tal, nos despedimos e fim.
Quando eu contei para os meus amigos eles disseram que o cara tava dando em cima de mim. Ai eu reparei e pensei "filho da puta!". O problema não é ele me chamar de "gatinha", é ele vir tentar me impressionar com um carro caro e sua condição financeira. 
Eu já disse aqui uma vez que acho ridículo quando associam a imagem da mulher com uma mercenária louca por carros. Se você acha que carro é ímã de mulher, eu quero que você morra com seu carro enfiado no cu.
Na verdade, é meio deprimente até. Parando para pensar, se seu carro e seu dinheiro são as únicas coisas que você tem para oferecer para alguém, você é um bosta, e eu tenho pena de você.
Beijos de luz :*

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Ser mãe na adolescência

Oi galera! 
Bom, banhos têm duas funções: te deixar limpo e te fazer refletir.
Pois então, eu estive refletindo sobre quantas jovens, próximas a mim, eu já conheci que estavam grávidas e sabe, foram poucas até. Quando eu estava na sétima série, tinha uma garota grávida que deu a luz nas férias de junho (enquanto ela dava a luz, eu tinha minha menarca! Logo, (na época) eu fiquei horrorizada com a situação dela né). Depois, eu vi que, recentemente, uma antiga colega de turma minha também teve um bebê.
Essa história de engravidar na adolescência sempre causa tanta polêmica, que acaba sendo difícil de conversar a respeito, mas essa é a perspectiva de vida de várias garotas. Antigamente, era comum que meninas se casassem e tivessem filhos aos 17 anos de idade. Hoje, se fazem isso são criticadas de forma dura pela maior parte da sociedade. Acontece que, ainda hoje, várias garotas têm esse sonho de construir uma família e pronto.
O ponto é que, mais uma vez, as convenções sociais impõe o que deve ou não ser feito pelas garotas/mulheres. Ninguém consegue simplesmente respeitar a decisão ou a situação de cada um. É preciso sempre hierarquizar as escolhas, como se, por cursar Engenharia Química, eu fosse melhor do que alguém que escolheu cuidar da casa e dos filhos. Não faz sentido!
Feminismo, para mim, é buscar a liberdade de fazer o que quiser com seu corpo e sua vida, não se trata de largar o tradicional obrigatoriamente, mas poder escolher se quer ou não aquilo. Não por ser mulher ou homem, mas por ser um indivíduo que quer fazer algo e fim. 
Acontece que a garota que tem nos braços seu filho é sempre vítima de julgamentos sobre sua "falta de responsabilidade" enquanto a garota que tem nos braços seus livros é "admirada" como se valesse mais (ou criticada por pessoas machistas que acham que mulher tem que cuidar da casa, mas enfim).
O que quero dizer é que ninguém é melhor do que ninguém! Seja a gravidez uma escolha ou um acidente. Errar é humano e ninguém tem nada a ver com isso, a menos que ajude a pagar suas contas e consertar suas burradas. 
"Tinha um futuro inteiro pela frente!" - e não tem mais? Ora, a menos que a garota morra no parto, ela vai continuar tendo um futuro pela frente. Aprenda que futuro não é só aquilo que você valoriza e acha vantajoso. Futuro não é só estudar feito louco para ter dinheiro. Caso essa seja sua opinião é muito simples: faça isso :D
Às vezes, é um acidente, ok. Mas mesmo assim, as pessoas precisam parar de julgar sob seus valores a situação dos outros. Já que se importa tanto com a vida da jovem grávida, então ajude ao invés de denigrir sua imagem com boatos e olhares de desprezo.
A opção "ser mãe" e "não ser mãe" são igualmente bonitas e dignas. Não cabe a terceiros decidir o destino alheio. Quando mulheres se negam a ser mães, são criticadas. Quando mulheres são mães, são criticadas. Pois então as mulheres têm que ser mãe a hora que você acha certo? Só para lembrar: meu corpo, minhas regras. 
Mamães ou não-mamães vocês são livres, lindas e merecem respeito. Empoderem-se! 

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BRASIL: um perigo às MULHERES

Oi galera!
Essa semana na internet, uma das notícias mais compartilhadas foi essa (G1 ou Ranking Daily Mail) em que diz que o Brasil está em 2º lugar dos 10 países mais perigosos para mulheres viajarem. Recebi essa notícia de forma triste, mas ao mesmo tempo reconheço que é verdade. Quem é brasileira sabe que este país é de fato muito machista e sua cultura é sim fator que colabora para isso.
Moramos num país tropical e de clima bem quente, o que justifica em grande parte nossas vestimentas, como biquínis pequenos e roupas curtas. Seria ilusão considerar que o uso de tais roupas se dá pela tolerância, respeito e liberdade que as mulheres recebem. Mesmo com nosso clima quente e o sol que parece cada vez mais próximo da terra (mas só parece mesmo haha), as mulheres são sempre alvos de comentários maldosos e que denigram sua imagem com base no que estão vestindo. Coerente? Claro que não!
A cultura que culpa as vítimas ao invés dos agressores, justificando estupros com base no tamanho daquilo que a vítima usa, dizendo que a “tal horário” mulher “que presta” não sai sozinha ou que fala que “aquilo” não é lugar de mulher, não poderia receber outro título senão o que o jornal inglês Daily Mail deu: cultura machista!
Recebi a notícia com tristeza por perceber como a nossa situação é ruim até mesmo se comparado com o mundo em geral. Quando imaginaria que o Brasil – com toda essa liberdade aparente – seria pior do que países assumidamente machistas em que mulheres adúlteras são vítimas de apedrejamento ou em que mulheres sequer podem dirigir? Por outro lado, entendo que é bom mostrar a todos a gravidade da nossa situação.
Não é para se espantar que a mãe da cantora Taylor Swift não tenha deixado ela vir ao Brasil. A questão é, será que pelas mulhes estrangeiras as autoridades se mobilizarão? Quem sabe, perdendo dinheiro com turismo os órgãos competentes não tomam providências? Já que as nossas mulheres não são o bastante para uma atitude,  que percam com turismo e façam alguma coisa. É triste perceber como não somos prioridade, mas é a pura verdade. 
Enquanto saímos à luta por mais igualdade, ainda existem pessoas que julgam desnecessário ou exagero demais. Então, MUNDO, perceba que não é exagero a causa feminista, ok? Muitos não conseguem ter dimensão das restrições vividas por nós todos os dias, talvez por não serem mulheres ou talvez por pertencerem a classes sociais que permitem maior segurança.
Infelizmente, essa segregação social faz com que pessoas com poder aquisitivo maior não dimensionem os perigos constantemente vividos no dia a dia da maior parte dos brasileiros. E pior, essa maioria quantitativa é a que menos tem voz ativa para reivindicar mais cuidados. Quando foi que mulher da periferia foi prioridade? 

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Itaipava: Como NÃO fazer propaganda!

 Hello, little friends!
Hoje, eu aprendi como NÃO fazer propaganda com a queridíssima Itaipava! Essa cerveja já não é das melhores e agora também seus comerciais são horríveis! Eu assisti alguns e a sensação que tive foi uma vontade de ficar cega e surda, mas eu me contive e continuei assistindo para ver se havia sido um pequeno deslize. Não, o canal do Youtube "Itaipava Pilsen" está cheio de propagandas ruins, machistas e que não fazem sentido!
As marcas de cerveja, em geral, têm esse costume abominável de associar mulheres com corpos esculturais a seus produtos. É a antiga, porém ainda usada, coisificação da mulher para chamar a atenção do consumo masculino, assim como uma isca que atrai o peixe. E pior, quem disse que quem toma cerveja é HOMEM? E olha, mesmo não tendo propagandas de caráter apelativo com homens sarados com poucas roupas nas propagandas, eu tomo a maldita da cerveja! Por que diabos alguns publicitários acham que vão vender mais bebida colocando as mulheres numa posição que oscila entre prêmio e objeto de uso?
Se eu fosse publicitária (assassinando meus maiores valores atuais), tomaria essas propagandas como uma grande lição sobre como NÃO fazer as minhas. Eu fiquei me perguntando "O que nesse (lixo de) comercial me faria comprar essa cerveja?" e eu não encontrei resposta alguma porque os comerciais não destacam nenhum atributo do produto nem nada relacionado à maldita da cerveja. Eu também fiquei em dúvida sobre qual era o verdadeiro produto: a cerveja ou a garçonete? 
A impressão que eu tive é de que a Itaipava é tão ruim que precisa vender a garçonete (chamada Vera, com apelido Verão) para conseguir fazer alguém beber aquilo. Ou seja, ridículo. Escolhi três pérolas por ordem crescente de escrotidão:


Bom, aqui já percebemos como você deve respeitar sua cônjuge: olhando para a garçonete (que parece o principal produto da Itaipava). "Vamos te ensinar a desrespeitar sua mulher sem que ela perceba. Assim, você faz ela de idiota enquanto você pensa que a garçonete é brinde da cerveja". Disso a famosa "Família Brasileira" não se queixa, né? Provavelmente, porque naturalizou esse tipo de atitude quando vinda de um homem.



Novamente, a Itaipava está vendendo a moça ao invés da cerveja. Nesse caso, parece mesmo que o brinde é a cerveja e a mulher o produto principal. Eu até diria que a marca está quase prostituindo a moça para ganhar dinheiro, até mesmo quando ela diz que vão conseguir vender todas. Eu acho que muitas garçonetes ficariam ofendidas com investidas como essas no seu ambiente de trabalho. Esse comportamento dos caras deveria ser desestimulado, afinal pense no transtorno que isso causaria na vida real. "Ah, mas isso é só um comercial" - isso, infelizmente, é formador de opinião, vende padrões de consumo e propaga ideias. Se um dia eu for garçonete, não vou querer que me tratem como parte do cardápio, vou querer respeito.


Agora, com vocês: Como respeitar o direito de uma mulher passar!
Eu entendo o trocadilho infeliz que a Itaipava tentou fazer, mas foi lamentável! Nesse momento, você ensina simplesmente como coagir uma mulher a seu bel prazer. No comercial diz "não deixe o verão passar" (já sabido que o apelido da garota é Verão). Ai eu te pergunto, que porra é essa? A Verão passa sim, e passa onde quiser porque é dona de seu direito de ir e vir. Tentar proibir isso é violência, abuso e merece ser punido.
Qual será a próxima pérola da Itaipava? "Agarre o Verão!" ou "Use e abuse do Verão"?



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50 tons daquela mesma ladainha

Oi galera!
Então, como eu disse no último post, assisti ao filme (que é sucesso mundial, dizem) Cinquenta tons de cinza. Eu não li o livro, só vi o filme mesmo e não achei tanta graça. Mas eu vou explicar.
Não vou criticar o fato do Grey gostar de certos fetiches na hora do sexo. Não considero machista porque sei que se trata de uma linha de fetiche chamada BDSM. Tenho uma amiga que se interessa por esses fetiches e me contou um pouco a respeito. Nessa espécie de jogo, existem homens dominadores, homens submissos, mulheres dominadoras e mulheres submissas, ou seja, não é um jogo machista, é democrático.
Sinceramente, eu não entendo esse nível de prazer em ver outra pessoa sentir dor ou em querer sentir tanta dor. Mas, eu vou respeitar as pessoas que gostam, porque o corpo é delas e é direito de cada um fazer o que quiser com seu corpo.
O fato é que eu achei a história muito clichê. Não me refiro a parte que eles fazem sexo, até porque é a parte que menos me interessou de fato. O filme é basicamente a respeito de um cara lindo, rico e sexy que se apaixona por uma garota sem nenhuma beleza especial, comum, insegura e tão sem graça quanto a nossa velha de guerra Bella Swan da saga Crepúsculo (cujos livros eu li e me apaixonei aos 14 anos).
Cinquenta tons de cinza e Crepúsculo têm muita coisa em comum! Eu fiquei chocada com as semelhanças porque me pareceu realmente uma versão Twilight +18. 
-Bella tinha pais separados e tinha que viajar para ver a mãe que morava numa cidade úmida, que por coincidência é exatamente a mesma situação de Anastasia Steele.
- Edward foi adotado por uma família rica (não interessa que sejam vampiros), o lindo do Grey também foi adotado por uma família rica (Ah, ambos tocam piano, acho que é chique isso hahaha).
- Bella é salva por Edward de ser estuprada por alguns caras num lugar esquisito e escuro. Ana é salva por Grey quando estava sendo forçada pelo "amigo" a beijá-la, a noite saindo da balada.
- Bella é salva por Edward de ser atropelada, Ana também.
- Bella era virgem e queria transar, Ana também.
- Bella tinha uma caminhonete velha, Ana tinha um fusca velho.
- O Grey diz que Ana tem que se afastar dele como se não pudessem ficar juntos, mas depois muda de ideia. Edward viaja para longe de Bella (no Lua Nova) para preservá-la, eles "não podiam ficar juntos", mas eles voltam depois.
- Carros caros na garagem de Edward e, adivinha, carros caros na garagem de Grey.
- No livro, falam sobre Bella e Edward terem quebrado a cama e várias coisas do quarto indicando uma noite de sexo insana, Bella acorda até com hematomas (ui!). No 50 tons, o Grey (que diz foder com força - ui!) também curte umas coisas insanas.


Essas são as semelhanças que eu me lembro agora, talvez haja outras. A questão é que quando saíram as críticas do Crepúsculo, ouvi pessoas dizerem que Bella era comum em todos seus aspectos para que garotas comuns se identificassem e se apaixonassem pela chance de terem homens tão "incríveis". Essa ladainha de querer simular um homem "perfeito" para conquistar as moças normais é bem velha já. Sempre o "boy magia" irreal mostrando um mundo novo para a moça sem graça do filme. Tão "inovador" que não seria exagero chamar a Cinderela para nos contar como se sente ao ver sua história (a grosso modo) se repetindo em pleno 2015. Deixar de servir suas irmãs numa vida de pobreza só foi adequado aos padrões do século XXI, em que a pobreza está expressa no carro antigo e na vida normal de quem não costuma pilotar um helicóptero ou fazer coisas do tipo. 
Sem contar que essa história deles serem ricos me incomoda um pouco. Já fui obrigada a ouvir gente irritante dizer "quem gosta de homem é gay, mulher gosta é de dinheiro". Esses filmes que idealizam caras ricos me dão a impressão de reforçarem esse esteriótipo machista. Não estou falando "se for rico, foge", mas poxa vida, coloca um cara normal, com um carro popular que goste de fazer mochilão e que seja simples, só para variar. Amor sempre relacionado à conta bancária? Não né! Ou então uma mulher rica que se apaixone por um rapaz dirigindo fusca e tão sem graça como as senhoritas que mencionei a cima. Dinheiro, sucesso e beleza surreal não vêm com a testosterona. Sempre um "super boy" conquistando a "coitadinha" que vai se sentir amada... CLICHÊ e até machista sim!
É isso gente, espero que tenham gostado. Beijos!

Fonte das fotos:

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